sexta-feira, 8 de julho de 2011

Copa América: Brasil

Imagino que, como o bom brasileiro que sou, devo ter como primeiro assunto a ser tratado a nossa tão querida Seleção Brasileira. Tão querida seleção, que vem tendo constantemente péssimos resultados e nos causando demasiada preocupação. Reclamavam do Dunga (me incluo nesse grupo), tudo bem, veio Mano Menezes, excelente treinador. Agora, esse excelente treinador, após perder para Argentina e França, empatar com uma Holanda muito desfalcada, e sofrer para vencer a Romênia, não consegue fazer sua equipe sequer marcar um gol na Venezuela! Continuo admirando o Mano, mas é inadmissível um resultado desses. Como uma Seleção com nomes como P.H. Ganso, Neymar, Alexandre Pato e Robinho tem como destaque numa partida um zagueiro (Lúcio)? A responsabilidade não pode ser apenas do treinador, mas por que houve tanta demora para substituir o Ramires? Muitos reclamaram, e com razão, de Robinho, mas meu Deus, não houve atuação pior que a do volante do Chelsea. O Ramires, que é bom jogador, atuou como se jogasse na 2ª divisão brasileira (isso pode ser considerado um elogio), ele não acertava um passe e, pior, tentava jogadas individuais ridículas. Alguém tem que explicar pro coitado, que ele não tem capacidade de fazer jogadas de Messi (que por sinal, é a decepção do torneio)! Uma solução simples pro Ramires. Põe ele para esquentar o banco, e o Elano pra jogar, assim quem sabe ele aprende a lição. O tão criticado Robinho, também jogou muito mal, mas é simples também, põe ele no banco e joga com um Lucas de titular. É uma alteração que se não for feita para a próxima partida, será feita futuramente, pois o Lucas tem um futuro brilhante pela frente e, assim que amadurecer o suficiente, não tenho dúvidas de que será titular.
Após essas críticas, acho que só me resta torcer para o Mano perceber os problemas de nossa Seleção Canarinho, solucioná-los corretamente e que nossos jogadores mostrem para os Paraguaios porque somos pentacampeões do mundo.

Futebol: Amor Mundial


Aqui nasce um novo blog: Futebol: Amor Mundial. Esse substantivo, amor, é a forma mais adequada de se explicar a maneira única de como o futebol se expandiu e transformou-se nessa febre pelo mundo. Como um esporte pode ser tão contagiante a ponto de parar uma guerra? Como pode ser assunto, ao mesmo tempo, no Brasil e no Japão? Como 22 jogadores correndo atrás de uma bola podem representar e emocionar nações de milhões de pessoas? Amor. É esse sentimento que eu tenho, e que o mundo tem por futebol. E é movido por ele, que aqui começa esse blog.